No dia 16/10, visitamos Inhotim: o maior museu a céu aberto do mundo. Pela manhã, observamos apenas uma das galerias que existem no local, tirando fotos, realizando desenhos e promovendo debates, conforme indicava o roteiro disponibilizado pelos professores.
Escolha do grupo: Galeria Adriana Varejão
Primeiramente, observamos, por um tempo, a parte externa da galeria, a qual conta com um espelho d'água muito bonito, além de uma espécie de banco com ilustrações e frases. Seguindo por um corredor - o qual funciona como uma transição entre o natural e o artificial, nos deparamos com uma parede quebrada formada por carne. O final do primeiro nível é composto por uma pintura que brinca com a ideia de profundidade, iluminação e movimento da água.
Subindo uma escada, a qual dá acesso ao segundo nível, percebemos uma "mudança de atmosfera", ou seja, um contraste entre as exposições do primeiro nível - carregadas de uma pesada simbologia - e as do segundo - que trasmitiam leveza. Nesse sentido, é válido evidenciar a oposição de cores utilizadas: a parede quebrada era formada por elementos vermelhos, enquanto as paredes do primeiro andar eram brancas com ilustrações azuis.
Por fim, no terraço da galeria em questão, sentimos ainda mais leveza, sensação que remeteu a questões espirituais, em razão do contato com a natureza e dos "bancos" com ilustrações de pássaros - e dos sons desses na realidade.
Desenhos realizados por mim:
Registros de outros locais, galerias e exposições do Inhotim:
Impressões gerais sobre Inhotim
É um lugar mágico! Inicialmente, o mais interessante do local é a diversidade em fauna e flora que ele possui. Ademais, é um museu muito bem cuidado: limpo, organizado e com uma equipe de profissionais capacitados e acolhedores. Possui infraestrutura completa com bebedouros, lixeiras, banheiros e restaurantes diversos. Não menos importante, Inhotim conta com uma variedade de exposições muito interessantes e bem estruturadas. Sem sombra de dúvidas, foi um dos melhores lugares que já fui em minha vida!
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