Depois que pensamos nas diretrizes e reforçamos as ideias a respeito do nosso conjunto de não-objetos, colocamos a mão na massa para concretizá-los de forma material.
Relembrando as diretrizes traçadas pelo meu grupo:
- Percepção visual, tátil e sonora;
- Cores primárias (para dar destaque);
- Interação: manuseável;
- Formas-base: esfera, haste, fitas/cordas;
Objetivos: criar não-objetos que convidassem o espectador à interação através das cores e dos materiais utilizados, além de permitir a sensação de texturas diferentes e várias possibilidades de interação.
Para a criação do meu não-objeto, eu utilizei materiais como:
- espetos de bambu;
- bola de isopor pequena;
- papéis celofane nas cores vermelha, amarela e azul;
- caixa de ovos;
- tintas PVA vermelha e azul;
- miçangas diversas;
- papel crepom amarelo;
- tubo eletroduto corrugado;
- pedaços de papel laminado.
Imagens do meu processo de criação:
Registros do meu não-objeto finalizado + possível forma de interação:
Não-objetos do grupo:
Minha opinião sobre as experiências criação + exibição dos não-objetos:
Acredito que foram bem desafiadoras (principalmente a produção desses materiais), porque é difícil imaginar o que vai chamar atenção e aguçar a curiosidade do público. Além disso, criar algo inteiramente novo e sem funcionalidade são características que nos desafiaram muito nesse processo. No entanto, achei a experiência válida, pois nos fez utilizar a criatividade e perceber, ao longo da exposição (parte mais divertida, na minha opinião), formas de interação totalmente diferentes das previstas pelo grupo.
Comentários
Postar um comentário